Arlindo Cruz apresenta “Herança Popular” em show no Teatro Rival


O tradicional, o moderno, o popular e o samba da mais absoluta qualidade são elementos certos no show do elogiado álbum “Herança Popular”, de Arlindo Cruz. No repertório estão canções do novo CD como “Não penso em mais nada” e “Sinceridade”, além de sucessos da carreira do cantor como “O meu lugar”, “Bagaço da Laranja” e releituras de sambas clássicos da música popular brasileira. Com direção de Babi Cruz e Arlindo Neto.

Arlindo Cruz - Teatro Rival - Foto: Divulgação

Arlindo Cruz – Teatro Rival – Foto: Divulgação

“O meu disco já é uma homenagem aos grandes nomes do samba e no show eu exalto ainda mais mestres como Jorge Aragão, Cartola, Dona Ivone Lara, Zeca Pagodinho, Sombrinha, Wilson Moreira e muitos outros que deixaram a genialidade deles de herança para nossa música”, conta Arlindo. Ele adianta que essa homenagem aos sambistas também estará no cenário do espetáculo assinado por Zé Carratú.

“Tudo isso está dentro do tradicional e do popular, mas minha música também conta com influências de outros gêneros. Atualmente, considero que meu samba está cada vez mais urbano, graças a Chico Buarque e Caetano Veloso, por exemplo”, acrescenta.

O disco

Em seu primeiro disco totalmente autoral da carreira, Arlindo consegue equilibrar a atualidade de suas letras com a reverência aos antepassados. A música de sua autoria “Ela sambou, eu dancei”, lançada pelo grupo Raça nos anos 90, ganha versão renovada no novo álbum, com participação de Mr. Catra e novos versos com referências ao “quadradinho” e à poderosa Anitta. É modernidade total, contemporaneidade na veia.
O mesmo compositor que se mostra tão antenado com o presente faz questão de ter um pé no passado, ao salientar suas maiores referências musicais. O nome do CD, “Herança popular”, não é gratuito: Arlindo bate no peito e se orgulha de ser herdeiro das melhores safras de sambistas já produzidas nesse país. A canção-título é uma bela homenagem a dois dos nossos maiores poetas, o portelense Candeia e o mangueirense Cartola, que são o pretexto para uma série de versos inspirados – nos quais nosso compositor aproveita para também celebrar Dona Ivone, Zeca, Sombrinha, Aragão, João Nogueira, Aniceto, Wilson Moreira e tantos outros.

Além de participações especiais de Marcelo D2, Catra, Zeca Pagodinho, Hamilton de Holanda, Pedro Scooby e Maria Rita, Arlindo Cruz também divide as composições, com parceiras com artistas como Rogê, Fred Camacho, Acyr Marques e o próprio Zeca.

Serviço:
Show – Rival Petrobras 81 anos apresenta Arlindo Cruz.
No show do CD “Herança Popular”
Dia 18 de dezembro, sexta-feira, às 19h30
Abertura da casa às 18h30.
Teatro Rival Petrobras
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel: 2240-4469

Preços:

Setor A / Mezanino:
R$ 80 (Inteira)
R$ 40 (Estudante/Idoso/Professor Da Rede Municipal/funcionários da Petrobras)
Setor B:
R$ 70 (Inteira)
R$ 55 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)
R$ 35 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal/funcionários da Petrobras)
Classificação: 16 anos
Capacidade: 458 lugares

About the Author

Luiz Souza
Fotojornalista criador do site Subúrbio RJ. O objetivo do site é compartilhar notícias e acontecimentos importantes da cidade do Rio de Janeiro e da região metropolitana do Rio. O foco principal do site é a divulgação de notícias relacionadas à cultura e eventos importantes para a cidade como o Jogos Olímpicos Rio 2016.

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