Igreja de São Jorge em Quintino, festa do dia 23/04/2014

Nesta quarta-feira o Rio de Janeiro recebeu uma das maiores e mais importantes festividades do subúrbio. Estou falando das festividades em comemoração ao dia de São Jorge, conhecido popularmente como Santo Guerreiro.

Cheguei à Igreja de São Jorge em Quintino Bocaiúva ainda de madrugada, antes de o dia amanhecer e o local já estava completamente lotado de gente que estava ali para celebrar a data especial, para fazer pedidos ao santo ou mesmo para agradecer por uma graça alcançada.

A festa foi belíssima e transcorreu sem transtornos. Por volta de 11:00 h o Dom Orani Tempesta realizou a celebração de uma missa.

As fotos foram feitas por mim, Luiz Souza.

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Exposição de fotografias “Eu te desafio a me amar” – Diana Blok

Exposição de Fotografias - Complexo da Maré - Diana Blok / Divulgação

Exposição de Fotografias – Complexo da Maré – Diana Blok / Divulgação

Abertura da exposição de fotografias “Eu te desafio a me amar”, de Diana Blok.

O Complexo de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro, foi escolhido para lançar, nos dias 25 e 26/4, as atividades do projeto Eu te desafio a me amar. Sob a responsabilidade do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), Ong que atua há mais de 30 anos na área dos direitos humanos (confira mais aqui), a iniciativa visa estimular o debate sobre os direitos da população LGBT no Brasil por meio de fotografias, vídeos e discussões sobre a temática. Na Maré, o projeto conta com a parceria do Observatório de Favelas e do Conexão G.

O lançamento das atividades ocorre na noite do dia 25/4, com a abertura da exposição fotográfica de Diana Blok , artista uruguaia/holandesa que coloca em foco a identidade sexual, a diversidade das relações afetivas e as questões de alteridade. Fotografias de personalidades, famílias e militantes LGBT, entre eles moradores do Complexo da Maré, fazem parte da mostra a ser inaugurada na Galeria 535.

De acordo com a curadora da exposição Cinara Barbosa, “o trabalho de ‘ativismo visual’ traz imagens e depoimentos sobre os desafios de existência na relação com o outro, ao mesmo tempo que sinaliza para processos de identificação no compartilhamento de aspectos da vida comum da qual fazem parte a família, a intimidade da casa, o cotidiano, o trabalho, o cuidado com a beleza e os desejos de pertencimento”.

Imagens de artistas como Ney Matogrosso, Ellen Oleria e Rafucko serão apresentadas na exposição. Também foram fotografados militantes e outras personalidades ligadas à questão da luta pelos direitos LGBT, como João Nery, primeiro homem transexual a ser operado no Brasil; Tatiana Lionço, doutora em Psicologia, ativista feminista e membro fundadora da Cia. Revolucionária Triângulo Rosa; e Marcelo Caetano, primeiro aluno da UnB a ter o direito de usar o nome social; Gustavo Bernardes, coordenador LGBT da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, e Jean Wyllys, jornalista e deputado federal que defende os direitos da população LGBT.

Oficina de Fotografia
Complementando a programação do projeto, no dia 26/04 a fotógrafa Diana Blok ministrará uma oficina aos fotógrafos participantes do Programa Imagens do Povo.

Saiba mais sobre o projeto: O projeto objetiva contribuir para a visibilidade das demandas sobre os direitos humanos da população LGBT no Brasil. A iniciativa conjuga exposição de fotografia da artista visual holandesa/uruguaia Diana Blok (http://www.dianablok.com/see-through-us/), que retrata personalidades, famílias e militantes LGBT no Brasil desde 2013; e fóruns de debates políticos sobre o tema. As atividades terão início em abril e se estendem até maio, mês internacional de combate à homofobia, e ocorrerão em Brasília e Rio de Janeiro.

Serviço:
25/4: Abertura da exposição de fotografias “Eu te desafio a me amar”, de Diana Blok, às 18h.
26/4 a 9/5: Exposição aberta ao público.
26/4: Oficina de fotografia com a artista visual Diana Blok.

Cia Urbana de Dança faz oficina e espetáculo gratuitos na Arena Carioca

Cia Urbana de Danca - Arena Carioca - Foto Divulgacao

Cia Urbana de Danca – Arena Carioca – Foto Divulgacao

Cia Urbana de Dança realiza oficina e espetáculo gratuitos na Arena Jovelina Pérola Negra, na Pavuna, Zona Norte do Rio de Janeiro.

A companhia foi considerada a “evolução da dança urbana” pelo Encore Magazine /NY e eleita pelo TIME OUT, NY TIMES uma das TOP 10 no ano de 2011

Nos dias 24 e 25 de abril, das 14h às 18h, a Companhia Urbana de Dança promove na Arena Jovelina Pérola Negra a oficina “Periferia em cena: multiplicando a ginga”, com foco no público jovem. Além da oficina, a Cia apresenta na Pavuna o espetáculo “Na pista”, no sábado, dia 26, às 20h. A entrada é gratuita.

A ideia da oficina é criar uma movimentação urbana e desenvolver situações onde o participante se sinta confortável e confiante, tanto no aprendizado e na execução da rotina de exercício, quanto nas sequências coreográficas. A oficina também contribui para a construção de um olhar diferente sobre algo já conhecido para dançarinos com formação acadêmica e de uma experiência nova para quem não tem formação alguma em dança. Qualquer pessoa pode participar, não havendo necessidade de formação acadêmica, conhecimento da linguagem de rua, de dança contemporânea ou de hip hop. Serão propostas técnicas de Popping, Locking, Break Dance e House Dance.

O espetáculo “Na Pista” marca o retorno da companhia às suas raízes no subúrbio carioca. O título faz alusão à gíria da periferia no sentido de liberdade, como uma expressão sinônima a “estar na vida”. Tendo como referência hits de Michael Jackson, Jamiroquai, Tim Maia e Lauryn Hill, este trabalho é composto de ritmos e sequências coreográficas que fizeram parte da vida dos jovens da Companhia. No espetáculo, técnicas e estilos são incorporados pelos dançarinos e postos em cena, com a estética própria de cada um deles.

A trilha sonora é assinada por Rodrigo Marçal. “Na Pista” foi criado após a Companhia vivenciar a excelente repercussão no Festival Suresnes Cités Danse, na França, e no Peak Performances, em Nova Jersey, em 2011, onde dividiu o palco com Bill T.Jones e Wayne McGregor, e de ter sido muito bem recebida pela crítica, tendo destaque nos jornais New York Times, Financial Times e New York Observer.

Ficha técnica
Coreográfa, oficineira e coordenadora do projeto: Sonia Destri
Oficineiros e dançarinos: Allan Wagner, Johnny Britto Avelino, Raphael Russier Felipe, André Virgílio Oliveira Couto, Jessica dos Santos Nascimento Silva, Julio Rocha
Dançarino e assistente: Tiago Sousa
Ensaiador: Thiago Williams

Serviço
Oficina – Periferia em cena: multiplicando a ginga
Data: 24 e 25 de abril (quinta e sexta-feira)
Horário: 14h às 18h
Local: Arena Jovelina Pérola Negra (Praça Ênio S/N – Pavuna – ao lado da Escola Telêmaco)
Telefone: 2886-3889
Classificação: Livre
Inscrições na bilheteria ou pelo telefone da Arena
Vagas: 20 pessoas
Entrada gratuita

Espetáculo – Na Pista
Data: 26 de abril (sábado)
Horário: 20h
Local: Arena Jovelina Pérola Negra (Praça Ênio S/N – Pavuna – ao lado da Escola Telêmaco)
Telefone: 2886-3889
Capacidade: 330 pessoas
Classificação: Livre
Duração: 120 minutos
Entrada gratuita

Favela da Telerj

O dia 11/04/2014 foi muito marcante para o Rio de Janeiro. Cerca de 5000 moradores que ocupavam a recém criada Favela da Telerj foram expulsos de sua casa com o uso de força policial, que culminou com várias pessoas feridas entre moradores e policiais e um homem ficou cego ao ser atingido no olho com algum objeto metálico.

A Favela da Telerj surgiu quando um grupo de pessoas que não tinham onde morar ocuparam prédios abandonados da operadora de telefonia Oi, que estavam abandonados há muitos anos. O local tinha cerca de 50.000 metros quadrados e em um passado recente já esteve em negociação com a Prefeitura do Rio para ser transformado em um condomínio de casas populares pelo Minha Casa Minha Vida, mas as negociações não prosseguiram.

O Luis Gustavo, estudante de direito, fez um vídeo ótimo falando sobre o tema e pedindo mais respeito com a favela. Recomendo que assistam até o final pois realmente o que ele diz tem tudo a ver com a realidade.


Favela da Telerj

Urucuia Grande Sertão leva a cultura popular à Pavuna

Vencedor do Prêmio Arlequim de melhor espetáculo no Festival de Teatro Cidade do Rio de Janeiro tem três apresentações na Arena Carioca Jovelina Pérola Negra

Urucuia Grande Sertão - Areca Carioca Pavuna

Urucuia Grande Sertão na Areca Carioca Pavuna – Foto: Guillermo Ribas / Divulgação

O Coletivo Peneira faz três apresentações gratuitas da peça infanto juvenil “Urucuia Grande Sertão”, vencedora do Prêmio Arlequim – nas categorias melhor espetáculo, melhor direção, melhor ator, melhor atriz coadjuvante e melhor iluminação -, nos dias 16 (às 10h e 14h) e 17 (às 10h) de abril na Arena Jovelina Pérola Negra. O texto de Eridiana Rosa e Luiz Fernando Pinto é inspirado na obra de Luís da Câmara Cascudo, o maior folclorista da América Latina. A direção é de Marcia do Valle e o elenco é composto por Alex Teixeira, Luiz Fernando Pinto, Michele Lima, Moises Salazar, Pedro Yudi, Rogerio Lisil e Thaiane Leal.

A trama se passa em um reino distante no sertão brasileiro, onde um rei viúvo e solitário, influenciado pelo avançar da idade e a vontade de ter netos, determina que seu fiel servo arrume um rapaz para casar com a jovem princesa. O criado tem a brilhante ideia de convocar rapazes a desafiar a princesa com diferentes adivinhas. O rapaz que conseguir fazer uma adivinha que a princesa não consiga desvendar terá a mão da moça em casamento. Após o anúncio, surgem pretendentes de todos os cantos do Sertão. Com isso, o patriarca recria esperanças, apesar de toda a resistência da princesa, que se julga a mais inteligente do Reino. Para essa princesa tão esperta, nenhum homem é capaz de demonstrar inteligência maior que a sua. Inspirado por esta narrativa, o grupo traz à tona algumas questões contemporâneas e atuais, como o preconceito social e o amor, em um espetáculo alegre, repleto de música e referências da cultura popular brasileira.

Sobre o Coletivo Peneira:
O Coletivo é uma trupe que tem a cultura popular brasileira como fonte de inspiração para criações artísticas. Ele foi criado em 2010 por artistas de diversas localidades do estado do Rio de Janeiro, que desempenham um importante papel social por meio da ocupação de espaços públicos ociosos, como praças e parques. Seus encontros são realizados em escolas municipais cariocas, na Casa da Gávea, na Casa da Glória, no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, no Aterro do Flamengo e na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna, acreditando que a arte e a educação devem sempre andar juntas. Atualmente a trupe se reúne ainda para pesquisas teatrais, já que a maioria dos componentes são estudantes de artes cênicas. Além disso, os integrantes apostam em intervenções, considerando que a rua é uma excelente plataforma para a experimentação artística.

Ficha técnica
Direção: Marcia do Valle
Direção musical: Raoni Costa
Elenco: Alex Teixeira, Anderson Primo, Luiz Fernando Pinto, Michele Lima, Moises Salazar, Pedro Yudi e Thaiane Leal
Iluminação: Leopoldo Barbato
Cenografia: Karine Drumond
Figurino: Camila Loren
Produção: Pagu Produções Culturais

Serviço
Data: 16/04 às 10h e 14h e 17/04 às 10h
Horário:
Local: Arena Jovelina Pérola Negra (Praça Ênio S/N – Pavuna – ao lado da Escola Telêmaco)
Capacidade: 330 pessoas
Telefone: 2886-3886
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Entrada gratuita

Desocupação da Favela da Telerj leva caos à Zona Norte do RJ

Um imóvel da empresa de telefonia Oi com uma área total de aproximadamente 50.000 metros quadrados foi ocupado há cerca de 10 dias por um grupo estimado em mais e 5000 pessoas. O local passou a ser conhecido como Favela da Telerj.

Os invasores do prédio rapidamente construíram barracos no local em que tentavam transformar em moradias, já que na cidade do Rio de Janeiro há grande deficit de moradias populares e os pobres acabam inevitavelmente sendo obrigados a morar em favelas. Com as remoções para as obras da Copa do Mundo e para as Olimpíadas muitos moradores perderam suas casas de uma hora para outra e não receberam indenizações ou receberam indenizações insuficientes para a compra de uma nova moradia. Além disso os preços dos imóveis no Rio de Janeiro foram super inflacionados até mesmo em bairros mais populares.

Na desocupação do local, atendendo a uma ordem judicial, os Policiais Militares fizeram uso de força. Bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral foram atirados no local até mesmo do helicóptero. O jornal O Globo na internet confirmou esta informação de que bombas estavam sendo atiradas do helicóptero da Polícia.

Já em terra os moradores relatam grande agressividade por parte dos policiais que atirado bombas de gás lacrimogêneo e tiros de bala de borracha. Alguns moradores reagiram com pedradas e atirando fogo nos barracos. A confusão se espalhou pelas ruas do bairro e ônibus, caminhões e até mesmo um carro da PM foram incendiados, além de vários outros veículos que foram depredados. Uma agência da Caixa Econômica Federal também foi atingida com atos de vandalismo.

Repórter do O Globo foi preso e teve seu celular apreendido para não avisar a redação

Repórter do Jornal O Globo foi preso em desocupação da Favela da Telerj

Imagem: Reprodução da página inicial do Jornal O Globo – 11/04/2014

Durante a ação violenta e truculenta da PM até mesmo um repórter do Jornal O Globo foi preso injustamente, acusado de incitar a violência. O policial estava sem identificação na farda e teria quebrado o celular do repórter que foi imobilizado e detido. Link para a reportagem no site do Jornal O Globo: http://oglobo.globo.com/rio/reporter-do-globo-preso-por-fotografar-acao-da-policia-na-desocupacao-da-favela-da-telerj-12163022